Enviado por @ranktu · Vote nos grupos, trios e parcerias que dominaram estratégias, rivalidades e torcidas em A Fazenda.
Quais são as alianças mais marcantes de A Fazenda?
A Fazenda é uma competição individual disputada coletivamente. Para sobreviver às votações da sede, dividir informações e atravessar semanas de pressão, os peões formam alianças que rapidamente ganham nomes, símbolos e torcidas. Alguns grupos nascem por afinidade; outros são uma reação a um adversário comum. Quase todos descobrem que permanecer unidos é mais difícil do que anunciar união.
Este ranking reúne doze alianças documentadas em diferentes temporadas. Há blocos numerosos, quartetos, trios e amizades que funcionaram como núcleos estratégicos. A posição inicial considera influência no jogo, identificação pública e legado, mas a votação permite escolher entre eficiência, lealdade e capacidade de produzir uma grande história.
O G4 transformou minoria em protagonismo
Sacha Bali, Yuri Bonotto, Gui Vieira e Luana Targinno consolidaram o G4 em A Fazenda 16. O núcleo enfrentou um grupo numericamente maior, sobreviveu a votações e manteve uma amizade que a cobertura oficial destacou mesmo depois do programa. Sua força narrativa veio da imagem de resistência: cada retorno da Roça era interpretado como confirmação externa, enquanto as conquistas individuais alimentavam a sensação de que o quarteto poderia chegar unido à reta final.
Pôr do Sol e Paiol organizaram A Fazenda 15
A décima quinta edição ficou marcada pela rivalidade entre núcleos. O Pôr do Sol reuniu nomes como Rachel Sheherazade, André Gonçalves, Lucas Souza e Jaquelline Grohalski, sofrendo mudanças ao longo da temporada. O Grupo Paiol teve em Shayan Haghbin, Cezar Black, Alicia X e Radamés Furlan seu centro mais reconhecível. Mais do que listas fixas de integrantes, ambos funcionaram como identidades: direcionavam votos, justificavam proteções e davam ao público uma maneira simples de ler a casa.
Os Crias descobriram o custo da força numérica
WL Guimarães, Tonzão Chagas, Yuri Meirelles, Laranjinha, Nathalia Valente, Lily Nobre e Sander Mecca formaram o núcleo chamado Crias, cercado por aliados. O grupo começou A Fazenda 15 com presença ampla, mas sofreu eliminações precoces e precisou se reorganizar. A trajetória é marcante porque demonstra um paradoxo recorrente: controlar votos internos pode criar segurança na sede, porém também expõe o bloco como alvo e não garante correspondência com a preferência popular.
Crias do Sol foi uma aliança de sobreviventes
Na reta final da mesma edição, integrantes que restavam dos Crias e do Pôr do Sol celebraram uma nova união, batizada de Crias do Sol. A fusão mostrou que alianças de reality não são instituições permanentes; elas respondem ao número de jogadores, às eliminações e ao adversário ainda presente. Depois de semanas de confronto, antigos limites perderam utilidade. A nova composição carregava memórias dos grupos anteriores, mas precisava pensar em uma fase na qual quase todos já eram rivais diretos.
Grupo B virou símbolo de resistência
Em A Fazenda 14, Alex Gallete, Bárbara Borges, Deborah Albuquerque, Kerline Cardoso, Ruivinha de Marte, Iran Malfitano e Pelé Milflows formaram diferentes configurações do Grupo B, com Shayan também ligado ao núcleo antes de sua saída. O grupo enfrentou a poderosa aliança associada a Deolane Bezerra e comemorou uma sequência de conquistas depois de semanas difíceis. A narrativa de oposição foi tão forte que as identidades A e B sobreviveram a brigas internas e mudanças de elenco.
Deolândia transformou liderança em marca
O Grupo A da décima quarta edição ficou conhecido pelo apelido Deolândia, referência à centralidade de Deolane Bezerra. Bia Miranda, Pétala Barreiros, Tiago Ramos, Moranguinho, André Marinho e outros aliados passaram pelo núcleo. A força do grupo vinha de coordenação e presença, mas também produzia conflitos sobre hierarquia. Mesmo adversários usavam o nome para definir o bloco, sinal de que uma aliança se torna marcante quando determina não apenas os próprios movimentos, mas a identidade de toda a oposição.
O Grupinho cresceu até virar Grupão
A Fazenda 16 começou com um núcleo formado por nomes como Zé Love, Zaac, Fernanda Campos, Flor Fernandez, Babi Muniz, Fernando Presto e Juninho Bill. Com aproximações de Sidney Sampaio, Albert Bressan e Vanessa Carvalho, o chamado Grupinho ganhou tamanho e virou Grupão no vocabulário da edição. Crescer trouxe poder de voto, mas também diferenças internas. A história do bloco ajuda a explicar por que quantidade pode ser vantagem operacional e, ao mesmo tempo, fonte de disputas por direção.
Alianças menores criam lealdade visível
Nem toda parceria precisa de nome oficial ou muitos integrantes. Babi Borges, Iran Malfitano e André Marinho formaram um núcleo de confiança na reta final de A Fazenda 14. Hariany Almeida e Thayse Teixeira demonstraram amizade rara ao pedir votos uma para a outra quando estavam na mesma Roça em A Fazenda 11. Aline Mineiro, Dayane Mello, Erika Schneider e Rico Melquiades também começaram A Fazenda 13 próximos, compartilhando diversão e planos antes de rupturas posteriores.
As alianças mais memoráveis não são necessariamente as que permanecem intactas. Algumas vencem pela lealdade; outras marcam justamente por implodir sob pressão. Todas transformam uma disputa individual em uma história de pertencimento, rivalidade e escolha. Vote no grupo ou parceria que melhor definiu sua temporada e sugira outras alianças para que o ranking acompanhe toda a história de A Fazenda.
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